A Interação entre
produtores de mídias e educadores, a ampliação
do conhecimento científico e tecnológico, a
capacitação e estímulo ao uso de novas
tecnologias, a divulgação de experiências
de sucesso e o incentivo a sua adequação às
realidades locais foram propostas da 2ª Educatica que
aconteceu de 15 a 17 de maio de 2001 em Jundiaí. Especialistas
de todo o país, pedagogos, profissionais de TV, vídeo
e informática envolvidos com educação,
reuniram-se para debater o tema mais atual: a informatização.
A 2ª Educ@tica vem reafirmar o compromisso do governo
municipal de Jundiaí com a sociedade local de tornar
a cidade frente de vanguarda educacional e cultural deste
país.
Tv e Vídeos Educativos, Softwares e Hardwares na
Educação e Internet e Educação
foram os temas desenvolvidos durantes a 2ª Educ@tica.
No primeiro dia de palestras a diretora da TV Cultura Bia
Rosemberg falou sobre as Diferenças entre Programação
Educativa e Entretenimento. Lembrou a evolução
das TeleAulas. No início as aulas consistiam em uma
câmera parada, um professor e uma lousa sem os atrativos
da televisão. Hoje o TELECURSO utiliza gráficos,
ilustrações, atores e conteúdos integrados
a uma realidade. Bia garante que a televisão pode e
deve ser usada pelo professor como parceira. Através
da programação é possível levantar
temas para discussão sobre comportamento, sexo, meio
ambiente, etc. O tema do jornalista e diretor de TV Nelson
Hoineff foi a Televisão do Futuro. Ele falou da evolução
do vídeo tape à tv digital e a Internet. Segundo
Hoineff, ambas deverão buscar linguagens adequadas
e dependerão totalmente de seu conteúdo.
A TV Pública e Comunitária foi tratada pelo
cineasta Maurice Capovilla. Um dos pioneiros em projetos de
Tv’s Educativas participou do processo de criação
das retransmissoras mistas. Falou sobre o surgimento das tv’s
educativas em cidades do interior onde não se imaginava
a possibilidade da produção de vídeo.
Maurice relembra o impacto e transformação da
população ao produzir sua própria informação.
Sair da situação de agente passivo de informação
causou uma grande mobilização social.
No segundo dia de evento o prof. Fredrich Litto coordenador
da Escola do Futuro/USP debateu a Formação de
Cidadãos com Culturas Tecnológicas. O prof.
Litto ressaltou a importância de se redefinir o sentido
de “aprendizagem” quando o computador é
usado para a “aprendizagem”, pois este, alterna
o papel do professor e do aluno. Tecnologias da Informação
e Educação foi tema da palestra do professor
Silvio Meira (UFPE). Para ele, o diferencial da Internet é
a interatividade combinada com a assincronia e o valor de
uma rede. “A tecnologia só pode mudar o Brasil
quando ela for social”, garantiu ainda. E para finalizar
a coordenadora do projeto Positivo Informativo falou sobre
Soluções em Tecnologias Educacionais. O Positivo
desenvolve tecnologia e pesquisa nas áreas de software
e hardware a serviço da educação.
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